Amigos, passei no mestrado! Estou muito feliz!
Agradeço a todos pelo apoio, pela amizade, que de uma forma ou de outra, entre uma conversa, um livro emprestado, uma indicação de leitura, uma dica de aula legal, uma tradução às pressas, ou simplesmente com uma palavra amiga, me ajudaram a dar esse importante passo.
Beijos! : )))
Obs.: Em especial à minha Mãe pelo apoio de sempre, às minhas amigas Cris, Bia, Zuzu, Beta e Gi com as quais compartilhei as úlitmas semanas de ansiedade e ao Márcio que no último mês adaptou viagens e horários para ficar com a Tetê e eu poder estudar um pouco mais na biblioteca da Uff.
Obrigada mais uma vez a todos, Glei.
"E ela mesma resolveu escolher tomar este caminho de cá, louco e longo, e não o outro, encurtoso"
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
Pesadelo
Ontem eu tive um pesadelo. Acordei. Depois de alguns minutos, voltei a dormir, e o fantasma desapareceu.
Poema
"Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
(...)
Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
(...)
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho..."
Poema
"Eu hoje tive um pesadelo e levantei atento, a tempo
(...)
Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro
(...)
De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho..."
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Aquarela
Veja a animação:
http://www.portacurtas.com.br/curtanaescola/pop_160.asp?Cod=2039&exib=7254
O que é a vida, se não uma grande aquarela na qual pintamos sonhos, caminhos, risos e lágriamas? E como pintores que somos, estamos sempre a procura de um novo quadro, uma novo traço, novas cores, formas, estilos...
A música de Toquinho marcou a minha infância, lembro que adorava escutar o som delicado, ouvir a letra que dizia tanto nas suas metáforas coloridas. Hoje brindo ao futuro, essa astronovave que tentamos pilotar... e que sem pedir licença muda a nossa vida.
Feliz 2009 pra todos.
http://www.portacurtas.com.br/curtanaescola/pop_160.asp?Cod=2039&exib=7254
O que é a vida, se não uma grande aquarela na qual pintamos sonhos, caminhos, risos e lágriamas? E como pintores que somos, estamos sempre a procura de um novo quadro, uma novo traço, novas cores, formas, estilos...
A música de Toquinho marcou a minha infância, lembro que adorava escutar o som delicado, ouvir a letra que dizia tanto nas suas metáforas coloridas. Hoje brindo ao futuro, essa astronovave que tentamos pilotar... e que sem pedir licença muda a nossa vida.
Feliz 2009 pra todos.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Oxóssi - caçador de conhecimento
"Seu habitat é a floresta, sendo simbolizado pela cor verde, na umbanda e recebendo a cor azul clara no candomblé, mas podendo usar, também, a cor prateada nesse último. Sendo assim, roupas, guias e contas costumam ser confeccionadas nessas cores, incluindo, entre as guias e contas, no caso de Oxóssi e, também, seus caboclos, elementos que recordem a floresta, tais como penas e sementes. Seus instrumentos de culto são o ofá (arco e flecha), lanças, facas e demais objetos de caça. É um caçador tão habilidoso que costuma ser homenageado com o epíteto "o caçador de uma flecha só", pois atinge o seu alvo no primeiro e único disparo tamanha a precisão. Conta a lenda que um pássaro maligno ameaçava a aldeia e Oxossi era caçador, como outros. Ele só tinha uma flecha para matar o pássaro e não podia errar. Todos os outros já haviam errado o alvo. Ele não errou, e salvou a aldeia. Daí o epíteto "o caçador de uma flecha só.A curiosidade e a observação são características das pessoas consideradas filhas de Oxóssi, orixá também da alegria, da expansão, que gosta de agir à noite, como os caçadores. São faladores, ágeis e de raciocínio muito rápido.
Oxóssi é o arquétipo daquele que busca ultrapassar seus limites, expandir seu campo de ação, enquanto a caça é uma metáfora para o conhecimento, a expansão maior da vida. Ao atingir o conhecimento, Oxóssi acerta o seu alvo. Por este motivo, é um dos Orixás ligados ao campo do ensino, da cultura, da arte. Além disso, eram os caçadores que localizavam os locais para onde a tribo poderia futuramente mudar-se, ou fazer uma roça. Assim, o orixá da caça extensivamente é responsável pela transmissão de conhecimento, pelas descobertas. O caçador descobre o novo local, mas são os outros membros da tribo que instalam a tribo neste mesmo novo local. Assim, Oxóssi representa a busca pelo conhecimento puro: a ciência, a filosofia. Enquanto cabe a Ogum a transformação deste conhecimento em técnica".
(Wikipédia)
http://br.youtube.com/watch?v=f7GJ3-eiHic
Nem Ouro Nem Prata
Márcia Freire
Composição: Ruy Maurity/ José Jorge
Eu vi chover, eu vi relampear/Mas mesmo assim o céu estava azu/lSamborê, Pemba, Folha de Jurema/Oxóssi reina de norte a sul/Sou brasileira faceira/Mestiça, mulata/Não tem ouro nem prata/O samba que sangra do meu coração/Tua menina de cor/Pedaço de bom carinho/Entrei no teu passo, malandro/Eu não sou como a tal Conceição/Chega de tanto exaltar essa tal de saudade/Meu caboclo moreno, mulato/Amuleto do nosso Brasil/Olha, meu preto bonito/Te quero, prometo, te gosto/Pra sempre do samba-canção/Ao primeiro apito do ano 3000
domingo, 7 de dezembro de 2008
Questão de escolha
"Ou tire ela da cabeça ou mereça a moça que você tem"
(Deixe a menina, Chico)
É isso.
(Deixe a menina, Chico)
É isso.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Encontro no céu: Lua, Júpter e Vênus
Foi lindo. Eu vi um triângulo perfeito no céu entre Lua, Júpter e Vênus, fenômeno que só irá acontecer novamente em 18 de novembro de 2052. Estarei eu viva até lá??! Bem, na dúvida, não quis perder a oportunidade, afinal tem coisas que podem acontecer apenas uma vez na vida.
Então contemplei o céu e guardei na memória aquela bonita e rara imagem, com os pés pousados na areia, respirando a brisa leve que vem do mar... é possível que uma flor tenha nascido aqui dentro.
Obs.: Obrigada a minha querida amiga Cris, que me avisou sobre o trígono no céu.
A vida tem seu renascer de uma dor
Toda ferida um dia tem que fechar
E quem secou esse pranto
Pode novamente amar
(Recomeçar, Paulinho da Viola)
Então contemplei o céu e guardei na memória aquela bonita e rara imagem, com os pés pousados na areia, respirando a brisa leve que vem do mar... é possível que uma flor tenha nascido aqui dentro.
Obs.: Obrigada a minha querida amiga Cris, que me avisou sobre o trígono no céu.
A vida tem seu renascer de uma dor
Toda ferida um dia tem que fechar
E quem secou esse pranto
Pode novamente amar
(Recomeçar, Paulinho da Viola)
sábado, 29 de novembro de 2008
...
Novamente
Fred Martins
Me disse vai embora, eu não fui
Você não dá valor ao que possui
Enquanto sofre, o coração intui
Que ao mesmo tempo que magoa o tempo
O tempo flui
E assim o sangue corre em cada veia
O vento brinca com os grãos de areia
Poetas cortejando a branca luz
E ao mesmo tempo que machuca o tempo me passeia
Quem sabe o que se dá em mim?
Quem sabe o que será de nós?
O tempo que antecipa o fim
Também desata os nós
Quem sabe soletrar adeus
Sem lágrimas, nenhuma dor
Os pássaros atrás do sol
As dunas de poeira
O céu de anil no pólo sul
A dinamite no paiol
Não há limite no anormal
É que nem sempre o amor
É tão azul
A música preenche sua falta
Motivo dessa solidão sem fim
Se alinham pontos negros de nós dois
E arriscam uma fuga contra o tempo
O tempo salta
Atenção aos desavisados: essa não é uma música triste. Ela não fala de fim, mas de começo. Não é estagnação, é movimento. Não é angústia, é serenidade. Não é tristeza, é só o amor. Que não é azul.
Fred Martins
Me disse vai embora, eu não fui
Você não dá valor ao que possui
Enquanto sofre, o coração intui
Que ao mesmo tempo que magoa o tempo
O tempo flui
E assim o sangue corre em cada veia
O vento brinca com os grãos de areia
Poetas cortejando a branca luz
E ao mesmo tempo que machuca o tempo me passeia
Quem sabe o que se dá em mim?
Quem sabe o que será de nós?
O tempo que antecipa o fim
Também desata os nós
Quem sabe soletrar adeus
Sem lágrimas, nenhuma dor
Os pássaros atrás do sol
As dunas de poeira
O céu de anil no pólo sul
A dinamite no paiol
Não há limite no anormal
É que nem sempre o amor
É tão azul
A música preenche sua falta
Motivo dessa solidão sem fim
Se alinham pontos negros de nós dois
E arriscam uma fuga contra o tempo
O tempo salta
Atenção aos desavisados: essa não é uma música triste. Ela não fala de fim, mas de começo. Não é estagnação, é movimento. Não é angústia, é serenidade. Não é tristeza, é só o amor. Que não é azul.
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